I Ching de Ano Novo

R$50,00

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Evento religioso sujeito a lotação!

Últimos ingressos on line. Acabando os ingressos online, venda apenas na portaria. Pode lotar a qualquer momento!

  • Quando: 12 de Fevereiro
  • Horário: das 17h às 21h
  • Onde: Templo Lohan – Rua Conselheiro Furtado, 445 – Liberdade – SP

É tradição de ano novo chinês realizar consultas ao oráculo I Ching no mais antigo santuário do ancestral oráculo no Brasil.

Os interessados poderão consultar o I ChIng  com as tradicionais varetas  ancestrais. e realizar as interpretações diretamente com o Shifu Luis Mello.

  • Contribuição para oráculo I Jing – R$50,00
  • Contribuição para interpretação do I Ching – R$50,00

Você pode consultar as varetas do I Ching e fazer a interpretação na internet ou livros, ou obter a interpretação com Shifu Luis Mello.

No dia serão realizadas danças de leão, dragão, cerimonia de queima de incenso, fogos e celebração. Tudo de maneira interna do Templo.

I Ching ou Livro das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas sobrepostas ao longo do tempo. É um dos mais antigos textos chineses que chegaram até nossos dias. Ching, significando “clássico”, foi o nome dado por Confúcio à sua edição dos antigos livros. Antes, era chamado apenas de I: o ideograma “I” é traduzido de muitas formas e, no século XX, ficou conhecido no ocidente como “mudança” ou “mutação”.

O “I Ching” pode ser compreendido e estudado tanto como um oráculo quanto como um livro de sabedoria. Na própria China, é alvo de estudo diferenciado realizado por religiosos, eruditos e praticantes da filosofia de vida taoista. O “I Ching”, é simultaneamente um dos sistemas divinatórios e de significação mais complexos e elaborados que alguma vez existiram. A complexidade semiótica do sistema é em tudo superior à de sistemas como as runas nórdicas ou o tarot. Ao que parece, o “I Ching” é amplamente usado pelos seguidores da escola budista do dragon temple.

Tal como os demais sistemas divinatórios, o “I Ching” pode ser utilizado como ferramenta para definir conteúdos de qualquer estrutura semiótica, seja à luz da psicanálise da alquimia psíquica, por exemplo, quanto a análise literária, a composição musical, o cinema e toda uma gama de outras práticas trans-disciplinares.